Livros - Vania Losada Moreira

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Vestir o uniforme em índios e torná-los cidadãos. Reflexões sobre recrutamento militar, reclassificação social e direitos civis no Brasil imperial. In: Miquéias H. Mugge; Adriano Comissoli. (Org.). Homens e armas: recrutamento militar no Brasil - Século XIX A proposta desta obra não é descrever o mecanismo de recrutamento, antes sim, discutir seu caráter social, valer-se do fenômeno para analisar e discutir hierarquias sociais, relações de poder, dependências econômicas e paradigmas organizadores da sociedade. A iniciativa dialoga com recentes motivações historiográficas, especialmente no tocante ao esforço da utilização de fundos documentais diversos. “Os nove capítulos desta coletânea abordam aspectos do recrutamento imperial e apontam novos temas que ainda merecem estudos mais aprofundados” (Prof. Dr. Hendrik Kraay).
1808: a guerra contra os botocudos e a recomposição do império português nos trópicos. In: José Luís Cardoso; Nuno Monteiro Gonçalo; José Vicente Serrão. (Org.). Portugal, Brasil e a Europa Napoleónica Este livro reúne um conjunto de 24 contribuições originais que trazem novos elementos para a compreensão de um período crucial da história de Portugal e do seu império. Nas primeiras décadas do século XIX, Portugal não era apenas um pequeno reino de dimensão europeia. Era também a cabeça de uma monarquia que abrangia um vasto império ultramarino, no qual se destacava o território brasileiro. Se a história de Portugal não pode ser entendida fora do contexto europeu, igualmente o não pode ser fora do contexto imperial. O mesmo se deve dizer da história do Brasil, incompreensível se for colocada à margem das suas ligações, quer com a metrópole portuguesa, quer com a restante Europa. Entre 1807 e 1811 Portugal foi invadido por três vezes pelos exércitos da França imperial, vendo-se assim envolvido nas Guerras Napoleónicas e em todo o turbilhão que estava prestes a subverter o quadro político, social e económico vigente na Europa e nas suas extensões ultramarinas. Portugal, Brasil e a Europa Napoleónica: tais são os lados de um triângulo geopolítico e geoeconómico que enquadram as interpretações aqui reunidas sobre a conjuntura internacional em que decorrem as invasões francesas e a transferência da capital da monarquia portuguesa para o Rio de Janeiro.
Usos do passado: a questão quilombola entre a história, a memória e a política. In: Rachel Soihet; Maria Regina Celestino de Almeida; Cecília Azevedo; Rebeca Gontijo. (Org.). Mitos, projetos e práticas politicas: memória e historiografia Como se relacionam memória e historiografia, cultura e política? Como aproximar pesquisa acadêmica e ensino escolar de história? Essas perguntas têm acompanhado e motivado os pesquisadores do NUPEHC - Núcleo de Pesquisas em História Cultural -, vinculado ao Departamento de História da Universidade Federal Fluminense. Pioneiro no Brasil no campo da História Cultural, o NUPEHC tem se dedicado, desde 1992, à construção de um espaço de reflexões sobre história e historiografia. Este livro reúne o trabalho de pesquisadores de diferentes níveis, professores e alunos da pós-graduação e da graduação, resultado de um seminário promovido em 2008. Uma fonte de referência fundamental.
1808: La guerra de João VI contra los indios del río Doce. In: Héctor Cuauhtémoc Hernández Silva; Sara Ortelli. (Org.). Los dominios ibéricos en la América meridional a principios del siglo XIX Se estudian las variadas situaciones históricas que atravesaban los territorios coloniales de la América Meridional en torno a los enfrentamientos de los imperios europeos en la primera década del siglo XIX, en especial durante la crisis que vivieron los de la península ibérica en 1808, indagando procesos y problemas que atravesaban las regiones y actores sociales en el marco de las pugnas de poder propiciadas por la crisis que se vivía en ambos lados del Atlántico.
Brasília: a construção da nacionalidade. Um meio para muitos fins O livro reconstitui o panorama social, político e econômico dos anos JK para identificar as alianças que favoreceram a construção da nova capital, ou a ela se opuseram; os ideários envolvidos, a favor e contra a operação Brasília; e a própria relação do Plano de Metas do presidente com o momento vivido pelo país entre 1956 e 1961.
A conquista do trabalho indígena: fé, razão e ciência no mundo colonial. In: FORTES, Alexandre; LIMA, Henrique Espada; XAVIER, Regina Célia Lima; PETERSEN, Silvia Regina Ferraz. (Org.). Cruzando Fronteiras: novos olhares sobre a história do trabalho A pesquisa histórica sobre múltiplas dimensões da experiência do trabalho vem se expandindo e se renovando aceleradamente no Brasil. Cruzando Fronteiras expressa essa renovação, ao reunir num único volume estudo sobre trabalhadores livres e escravos, urbanos e rurais, dos setores 'formal' e 'informal'. São examinados, dentre outros: processo de trabalho, racialização das relações sociais, delimitação de fronteiras étnicas, formação de identidades, cotidiano, culturas de classe, relações de gênero e estruturas familiares, organização sindical e participação política. O livro resulta de um projeto de pesquisa coletiva realizado ao longo de cinco anos por pesquisadores de três universidades federais brasileiras, trazendo ainda a contribuição de colaboradores estrangeiros.
Nós índios, índios nós senhores de nossas ações... Direito de domínio dos índios e cristandade em conflito (vila de Nova Benavente, capitania do Espírito Santo, 1795-1798). In: Márcia Motta; José Vicente Serrão; Marina Machado. (Org.). Em terras lusas: conflitos e fronteiras no Império Português Este livro trata, essencialmente, da construção do espaço luso-brasileiro no século XVIII, discutindo os problemas da apropriação, da representação e da delimitação do território, na sua articulação com as dinâmicas de conflito que geraram ou das quais resultaram.
Protagonismo indígena e Justiça: simulacro judicial e os desafios de ser índio na colônia. In: Maria Cristina dos Santos; Guilherme Galhegos Felippe. (Org.). Protagonismo ameríndio de ontem e hoje A proposta desta publicação é reunir especialistas, cuja produção se identifica com a questão indígena, tendo como objetivo a realização de uma obra voltada para aquilo que se compreende como a participação e a atuação das populações originárias na construção de diferentes contextos históricos.

Atividades

O seminário funciona como laboratório de preparação de projetos e monografias que são tomados no final do período como objeto de avaliação.
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