Livros - Luis Edmundo de Souza Moraes

Capa Título Descrição Link
Tradições e Modernidades Tradição e modernidade são duas palavras que geraram muitos debates e reflexões nos últimos anos. Neste livro são categorias dinâmicas, flexionadas no plural e em constante diálogo. A cultura surge como força política, abrindo o leque de possibilidades para a compreensão dos processos de modernização. Mais do que discussões conceituais, os textos aqui apresentados enfatizam as escolhas e as ações dos agentes sociais. A multidisciplinaridade também dá o tom: os intercâmbios da história com a antropologia, a sociologia e a ciência política revelam as diferentes facetas do encontro da modernidade com o legado originário das tradições.
Identidades, Memórias e Projetos Políticos O que poderia haver de comum entre a invisibilidade política dos índios no século XIX pernambucano, o carnaval crioulo dos cucumbis, no Rio de Janeiro, e a afirmação identitária dos quilombolas de Morro Alto, no Rio Grande do Sul? Temas aparentemente distintos, no tempo e no espaço, mas que se articulam em torno de questões candentes e atuais: a construção - ou a desconstrução - de identidades, o exercício permanente da memória, sempre mutante em suas variadas inflexões, e a elaboração de projetos políticos em luta pela conquista de espaços de reconhecimento. Escritos por jovens historiadores, os artigos reunidos neste livro, legitimamente ambiciosos, evidenciam a força e a pluralidade da elaboração historiográfica brasileira atual, uma promessa ainda, porque jovens, mas já realidade, pelo amadurecimento que demonstram e pela contribuição que trazem à compreensão de aspectos relevantes da História.
Migrações: rumos, tendências e desafios Este livro é fruto do V Seminário do Núcleo Interdisciplinar de Estudos Migratório (NIEM), realizado em outubro de 2015. Tal como o seminário ao qual esse se refere, esperamos que esse livro seja para os leitores a expressão de mais uma oportunidade promovida pelo NIEM para troca de conhecimento, experiências e ideias, integrando múltiplos olhares sobre questão de migração e dos migrantes, sempre com o objetivo de construir para um melhor conhecimento, conscientização e reflexão sobre a mobilidade humana nos mais diferentes contextos e escalas especiais e, em especial, para os direito das pessoas ao deslocamento, sem descriminação e sem seletividade que determine quem pode ou não mover-se.
Konflit und Anerkennug: Die Ortsgruppen der NSDAP in Blumenau und Rio de Janeiro Bereits Ende der 1920er-Jahre gründeten sich in Brasilien mehrere lokale NSDAP-Gruppen, die bis zu ihrem Verbot im Jahr 1938 z. T. hefting miteinander in Konflikt standen. Von der brasilianisehen Öffentlichkeit wurden sie unterschiedlich beurteilt. Absicht der vorliegenden Studie ist es, die Entwicklung un Rezeption de lokalen NSDAP-Gruppen in Rio de Janeiro und Blumenau vergleichend zu untersuchen – zwei brasilianischen Städten mit einem bedeutenden deutschsprachigen Bevölkerungsanteil. Exemplarisch entsteht damit ein Bild der beiden Parteiorganisationen, darüber hinaus der deutschsprachigen Öffentlichkeiten gegenüber dem Nationalsozialismus und der NSDAP in Brasilien.
Pacificar o Brasil - das guerras justas às UPPs A pacificação se funda em uma lógica própria da guerra, na qual uma das partes em conflito submete as outras por meio do uso da violência. É essa a chave de leitura proposta por este livro. Organizada em quatro partes, a obra procura retomar momentos da história em que as práticas pacificadoras foram utilizadas para reforçar o Estado Brasileiro. A ideia de pacificar povos, ou grupos considerados bárbaros, perigosos ou conflituosos, estruturou diversas políticas de conquista e ocupação de território. Tendo começado com a “pacificação” de indígenas no período colonial, isto se desenvolveu e se expandiu durante a primeira metade do século XIX, quando o Estado brasileiro instituiu verdadeiras “políticas de pacificação”. O duque de Caxias, o “pacificador do Brasil”, personagem central na construção desse Estado, foi monumentalizado e transformado em patrono do Exército brasileiro pela República, o que é um sintoma claro não apenas da centralidade, mas também da recorrência dessas “práticas pacificadoras” em nossa
História Contemporânea - da Revolução Francesa À Primeira Guerra Mundial O século XIX é marcado por uma quantidade inédita de mudanças ocorridas em uma velocidade jamais vista. E sem que boa parte das pessoas estivesse preparada para essas mudanças: o voto universal, a perda de espaço social do pensamento religioso, a eletricidade, o telégrafo, o zepelim, a onipresença das locomotivas, o movimento operário, o pensamento nacionalista, entre muitas outras. E mais que isso, as próprias sociedades europeias (em especial no espaço urbano) mudaram também.

Atividades

O seminário funciona como laboratório de preparação de projetos e monografias que são tomados no final do período como objeto de avaliação.
-