Livros - Adriana Barreto de Souza

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Duque de Caxias: o homem por trás do monumento “Em Duque de Caxias: O homem por trás do monumento, Adriana Barreto de Souza busca ir além da imagem construída pelo Exército e por interesses políticos, e repetida pelas biografias ao longo dos anos: a de modelo ideal, quase sacralizado, do soldado brasileiro e de militar “caxias”, implacável na repressão a movimentos populares ou a inimigos políticos (...) Fundamentado em sólida pesquisa documental e animado por um rico diálogo com a teoria social, este livro é um modelo de como a pesquisa acadêmica pode tornar a história do Brasil mais rica, densa e interessante.” (José Murilo de Carvalho)
O Exército na consolidação do Império: um estudo histórico sobre a política militar conservadora “A história dos militares deixa de ser, aqui, o que necessariamente deveria ser, para tornar-se, a partir de ações, decisões e interesses historicamente localizáveis.” (Manoel Luiz Salgado Guimarães)
Pacificar o Brasil - das guerras justas às UPPs A pacificação se funda em uma lógica própria da guerra, na qual uma das partes em conflito submete as outras por meio do uso da violência. É essa a chave de leitura proposta por este livro. Organizada em quatro partes, a obra procura retomar momentos da história em que as práticas pacificadoras foram utilizadas para reforçar o Estado Brasileiro. A ideia de pacificar povos, ou grupos considerados bárbaros, perigosos ou conflituosos, estruturou diversas políticas de conquista e ocupação de território. Tendo começado com a “pacificação” de indígenas no período colonial, isto se desenvolveu e se expandiu durante a primeira metade do século XIX, quando o Estado brasileiro instituiu verdadeiras “políticas de pacificação”. O duque de Caxias, o “pacificador do Brasil”, personagem central na construção desse Estado, foi monumentalizado e transformado em patrono do Exército brasileiro pela República, o que é um sintoma claro não apenas da centralidade, mas também da recorrência dessas “práticas pacificadoras” em nossa vida política. Porém, como pensar essa permanência?

Atividades

O seminário funciona como laboratório de preparação de projetos e monografias que são tomados no final do período como objeto de avaliação.
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