Dissertações - Luis Edmundo de Souza Moraes

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“Intelectuais comunistas e a revista Fundamentos: afirmação e atenuações das diretrizes partidárias (1948-1955)” A maior parte da bibliografia sobre o Partido Comunista Brasileiro (PCB), ao tratar da relação entre a organização e os intelectuais, enfatizou a falta de independência destes e a tendência em reproduzir mecanicamente as diretrizes definida pela cúpula dirigente. Por meio da análise de artigos de autores comunistas publicados na revista Fundamentos, o presente trabalho busca demonstrar a presença de dissensos que deixam transparecer a existência de certo grau de autonomia na atuação desses intelectuais em relação aos seus dirigentes.
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A Revolução Russa nos jornais anarquistas do Rio de Janeiro (1917-1922) SOUZA, Rafael Benedito de. A Revolução Russa nos Jornais Anarquistas do Rio de Janeiro (1917-1922). 2016, pp. 97. Dissertação (Mestrado em História; Relações de Poder, linguagens e História intelectual). Instituto de Ciências Humanas e Sociais. Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Seropédica, RJ, 2016. A Revolução Russa de Outubro de 1917 foi uma revolução que pretendeu levar o socialismo para a Rússia e foi observada atentamente por diversos grupos políticos de esquerda e movimentos de trabalhadores em todo o mundo. No Brasil, os anarquistas acompanharam através de sua imprensa este acontecimento político. Em suas páginas ocorreram diversas discussões sob o caráter desta revolução. Este trabalho analisa os discursos produzidos sobre a Revolução Russa nos jornais anarquistas do Rio de Janeiro com o objetivo de entender os motivos apresentados pelos anarquistas para declarar apoio ou não a Revolução.
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A Conferência do Nordeste. Um Desdobramento Teológico em Recife, 1962 O objetivo da presente pesquisa é analisar a Conferência do Nordeste, realizada em Recife no ano de 1962, como um desdobramento teológico protestante. A Conferência foi realizada pelo Setor de Responsabilidade Social da Igreja, criado em 1955 e vinculado à Confederação Evangélica do Brasil, fundada em 1934. A Confederação era uma organização formada por igrejas do protestantismo histórico, tais como a Metodista, Presbiteriana Independente, Presbiteriana do Brasil, Luterana e Congregacional.Em meados do século XX, após a Segunda Grande Guerra, surge um movimento teológico protestante com suas preocupações voltadas para as questões sociais. Essa preocupação e essa nova teologia encontraram lugar no Brasil entre os anos de 1950 e 1960, através de organizações nos arraiais do protestantismo.
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Entre as colunas da chancelaria do Reich. Albert Speer e o sentido de suas obras autobiográficas Buscamos apresentar neste trabalho como Albert Speer procurou, através da escrita de sua autobiografia e de seu diário na cadeia de Spandau, dar sentido a sua trajetória de vida. Ao longo destes dois livros Speer tenta construir e apresentar uma imagem de si afastada dos grandes crimes cometidos pelo nazismo, como uma continuação de sua defesa no Tribunal de Nuremberg.
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Intelectuais comunistas e a revista Fundamentos: afirmação e atenuações das diretrizes partidárias (1948-1955) A maior parte da bibliografia sobre o Partido Comunista Brasileiro (PCB), ao tratar da relação entre a organização e os intelectuais, enfatizou a falta de independência destes e a tendência em reproduzir mecanicamente as diretrizes definida pela cúpula dirigente. Por meio da análise de artigos de autores comunistas publicados na revista Fundamentos, o presente trabalho busca demonstrar a presença de dissensos que deixam transparecer a existência de certo grau de autonomia na atuação desses intelectuais em relação aos seus dirigentes.
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“A Posterioridade é uma Deusa Volúvel”: As comemorações da Revolução Francesa e da Proclamação da República na imprensa carioca Este dissertação tentará evidenciar como a imprensa “utiliza” as comemorações para fazer política. Através das comemorações dos cento e cinquenta anos da Revolução Francesa e dos cinquenta anos da Proclamação da República tentaremos compreender como os redatores do Correio da Manhã e do Jornal do Brasil se posicionavam em relação ao Liberalismo e a Ordem Social. Para tanto, devemos levar em consideração que esses temas estavam em pauta no contexto da década de 1930, não somente no Brasil, como também no cenário internacional.
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Os vencedores sempre esquecem: Intelectuais de extrema direita e as disputas pela memoria da ditadura civil-militar brasileira O presente trabalho versa sobre a intervenção de um campo intelectual de direita, a partir da segunda metade da década de 1980, no processo de disputa pela memória do golpe de 1964 e da ditadura civil- militar. Trata-se de um estudo de casos, nos quais analiso os discursos e formas de ação no Espaço público do Coronel Reformado Carlos Alberto Brilhante Ustra, do Coronel Reformado Jarbas Passarinho e de Olavo de Carvalho. A escolha partiu do interesse em examinar as imagens do período ditatorial produzidas por esses indivíduos e as formas específicas de intervenção no espaço público em que estão envolvidos. Para tal, parte-se de um questionamento central, qual seja, saber o que legitima a entrada desses intelectuais nas “batalhas pela memória” da ditadura. Assim, constitui o objetivo desta dissertação examinar intervenção desses que intitulo como intelectuais de direita no processo de disputa e na tentativa de construção e de reconhecimento social de uma versão desse passado recente em que sejam relativizados aspectos negativos associados aos governos civil-militares, a saber, os crimes cometidos por agentes do Estado. Diante do exposto, o eixo articulador da investigação proposta será a análise das estratégias argumentativas e de enquadramento das lembranças e esquecimentos organizadas por estes indivíduos que vão à público defender as ideias de um campo intelectual, tal como porta-vozes. Por fim, vale ressaltar que as escolhas de Passarinho, Ustra e Olavo de Carvalho ocorreram no sentido de abarcar as narrativas construídas não só no âmbito dos militares que participaram e foram figuras ativas durante a ditadura, mas também daqueles sujeitos que incorporaram e re-significaram tal discurso nos anos que sucederam a abertura política e o fim do estado de exceção. Para além, como uma forma de compreender a complexidade dessas narrativas e os diferentes lugares de fala em defesa da ditadura.
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Atividades

O seminário funciona como laboratório de preparação de projetos e monografias que são tomados no final do período como objeto de avaliação.
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